Rubem Braga e Carlos Scliar em Roma, durante a Segunda Guerra, 1945

 


Rubem Braga, amigo da vida inteira

 

"(...) Bidês ou maçãs, garrafas ou laranjas ou pessoas, tudo para Scliar são na realidade formas, volumes e cores. Ele está a um passo do abstracionismo, mas não creio que se interesse em dar esse passo; desde o momento em que se deu toda a liberdade de pintar o que vê como sente, não carece de abolir o mundo das coisas; pode compor, sobre a sutil melancolia de temas vários - frutas, raramente paisagens - seu poema plástico de tons e valores. Depois de uma incursão pela gravura, ele voltou às cores, mas não ao óleo: é no guache e na têmpera que ele obtém melhor os acordes delicados de sua arte (...)"

(Ruben Braga, Revista Senhor, 1961)

Veja também:  Cadernos de Guerra, com textos de Rubem Braga

 

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